sexta-feira, 26 de março de 2010

terça-feira, 23 de março de 2010

Sensualidade em Palavras de Osho

Pergunta:"O que é sensualidade?"

Sensualidade significa que você está aberto, pronto para pulsar com a existência. Se um pássaro começa a cantar, a pessoa sensual sente, no mesmo instante, a canção ecoar no âmago do seu ser. A pessoa que não é sensual não ouve nada, ou talvez escute só um barulho. A canção não penetra em seu coração.

Um cuco começa a cantar — uma pessoa sensual não sente como se o pássaro estivesse cantando de um mangueiral, mas sim dos recônditos de sua própria alma. O canto do cuco transforma-se no canto da própria pessoa, passa a ser seu próprio anseio divino. Nesse momento, o observador e o observado são um só. Ao ver uma flor desabrochando, uma pessoa sensual desabrocha com ela.

Uma pessoa sensual é líquida, fluente, fluida. A cada experiência, ela torna-se essa experiência. Ao contemplar o pôr-do-sol, se torna o pôr-do-sol. Ao contemplar uma noite sem lua, de uma escuridão silenciosa e bela, ela se torna a escuridão.

Pela manhã, se torna a luz. Ao ouvir uma música, ela é a música; ao ouvir o barulho da água, ela se torna esse barulho. E, quando o vento passa pelo bambuzal, estalando os bambus... ela não está longe deles. Está entre eles, em cada um deles — ela é o bambu.

Ela é tudo o que a vida é. Saboreia a vida em todos os seus meandros. Isso a torna uma pessoa rica: essa é a verdadeira riqueza.

Ser sensual é estar aberto aos mistérios da vida. Seja cada vez mais sensual e deixe de lado todas as condenações. Deixe que o seu corpo se torne uma porta.


Osho, em "Corpo e Mente em Equilíbrio"

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domingo, 21 de março de 2010

Não se prender ao passado morto

Uma pessoa inteligente não se prende ao passado morto, não carrega cadáveres.

Não importa quão belos eles sejam, quão preciosos sejam, ela não carrega cadáveres.

Para ela, o passado terminou, ele se foi para sempre.

Este é o segredo da iluminação: ela acontece em estado de relaxamento, em um profundo estado de repouso.


Osho, em "Osho de A a Z: Um Dicionário Espiritual do Aqui e Agora"

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terça-feira, 16 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

Não há nada e há tudo

Na minha cabana de bambu de dez pés
essa primavera,
não há nada:
Tem tudo.
(Autor: Sodo)

Apenas visualize o pobre Sodo, um mestre no seu próprio direito, na sua cabana de bambu de dez pés. A primevera chegou; não há nada e há tudo...

A experiência final de meditação é de ambos: numa mão não há nada; na outra mão tem o universo inteiro.

Você perde sua antiga identidade; eis por que parece que não há nada. Contudo você ganha uma nova identidade com a existência oceânica – assim você sente que tem tudo. Mas ambos são experiências autênticas.


Osho, em "Turning In"

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terça-feira, 9 de março de 2010

Rodrigo Y Gabriela Live in Amsterdam Part 2/13 (Juan Loco)

Você já é o Todo

Jesus disse: "Eu sou o Todo." Você também é o Todo — Jesus está dizendo aquilo que deveria ser simplesmente conhecido por todos, ser sentido por todos.

Você é o Todo, é a fonte de Tudo, e o Todo está se movendo na sua direção. Jesus é só um representante do que você é. Ele não está dizendo nada sobre si mesmo, está dizendo algo sobre você.

Você é a semente de mostarda, ele se tornou a árvore — ele está afirmando algo sobre você. Está dizendo: "Eu sou o Todo." O que isso significa? Significa que você também pode se tornar o Todo.

Você já é o Todo, mas não tem consciência disso.


Osho, em "A Semente de Mostarda"

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Are we human or are we dancer?

I did my best to notice
When the call came down the line
Up to the platform of surrender
I was brought but I was kind

And sometimes I get nervous
When I see an open door
Close your eyes, clear your heart
Cut the cord

Are we human or are we dancer?
My sign is vital, my hands are cold
And I'm on my knees looking for the answer
Are we human or are we dancer?

Pay my respects to grace and virtue
Send my condolences to good
Give my regards to soul and romance
They always did the best they could

And so long to devotion
You taught me everything I know
Wave goodbye, wish me well
You've gotta let me go

Are we human or are we dancer?
My sign is vital, my hands are cold
And I'm on my knees looking for the answer
Are we human or are we dancer?

Will your system be alright
When you dream of home tonight?
There is no message we're receiving
Let me know, is your heart still beating?

Are we human or are we dancer?
My sign is vital, my hands are cold
And I'm on my knees looking for the answer

You've gotta let me know
Are we human or are we dancer?
My sign is vital, my hands are cold
And I'm on my knees looking for the answer
Are we human or are we dancer?

Are we human or are we dancer?
Are we human or are we dancer?

quinta-feira, 4 de março de 2010

A meditação é uma dimensão totalmente diferente da oração em Palavras de Osho

Perguntaram a Osho: Eu quero rezar a Deus. Por favor me ensine a maneira.
Não aborreça Deus, ele tem os seus próprios problemas. Você não vê que tudo o que ele cria morre? Mantenha seus problemas para si. Por que uma pessoa deseja rezar para Deus?

Deus não precisa de suas orações. Você pode estar necessitando dessas orações, mas elas não serão nada mais que vocalização de seus desejos, seus pedidos, expressões de suas reclamações.

Isso é o que pessoas fazem com o nome de oração — reclamam o tempo todo, dizendo: "As coisas não deveriam ser assim" —, tentando ajudar Deus a ficar um pouco mais sábio.

Não, a oração não é necessária. O que é necessário é a meditação. A meditação não faz nenhuma referência a Deus. A meditação transforma você; não leva Deus em conta.

E, além disso, você não conhece Deus: como rezar para algo desconhecido, algo x-y-z? Em que linguagem vai rezar para Deus? Você não o conhece absolutamente.

E há pessoas que dizem: "Rezando para Deus você chegará a conhecê-lo". Mas a oração pressupõe uma exigência básica, que você deveria conhecer, só então pode rezar; você deveria conhecer, só então pode amar. Como você pode amar um Deus desconhecido? Sua oração será formal, não será nada mais que um clichê.

A meditação é uma dimensão totalmente diferente. Kabir sugere a meditação, Buda sugeriu a meditação, eu sugiro a meditação. A meditação é uma aproximação diferente: não tem nada a ver com Deus, ela tem algo a ver com você, com sua mente. Ela deve criar um silêncio dentro de você, um silêncio absoluto e profundo. Nesse silêncio absoluto você começa a sentir a presença de Deus.

A oração é uma consequência da meditação real. Só um meditante pode rezar, porque ele conhece, porque ele sente; porque agora a presença de Deus não é apenas um argumento, não é uma coisa lógica, mas algo experienciado, algo vivido.

E, então, a oração não é mais uma reclamação. Então a oração é uma rendição, então a oração é puro amor — não há nenhum desejo ligado a ela, nenhuma condição. É um completo agradecimento.


Osho, em "A Revolução: Conversas Sobre Kabir"

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quarta-feira, 3 de março de 2010

O amor dá nascimento

Nada jamais nasceu do medo.

O amor dá nascimento, o amor é criativo; o medo é impotente.


Osho, em "Talks on Kabir"

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segunda-feira, 1 de março de 2010

O jogo do sucesso e do fracasso em Palavras de Osho

Perguntaram a Osho: Por que é tão difícil aceitar que se é um fracasso? Eu preferiria sacrificar o meu bem-estar a admitir que falhei.
A pergunta que você faz é a pergunta de todas as pessoas que foram treinadas para ser egoístas. E, infelizmentem toda a educação moderna, baseada na psicologia moderna, ensina todo o mundo a ser egoísta, forte, cristalizado.

A ideia é que você está sendo preparado pela educação para um mundo competitivo. É uma batalha constante. Todos são seus inimigos, porque todos são seus concorrentes. E, a não ser que você tenha um ego muito forte, não virá a ser um presidente, não será o homem mais rico do mundo. Você permanecerá um ninguém, deixado de lado na estrada, e toda a caravana de competidores seguirá à sua frente. Você será esmagado por todos.

Esse medo tem sido criado em toda criança — que você tem de ser muito forte, de outro modo será esmagado. Todos estão tentando ser vitoriosos de uma forma ou de outra. Todos estão competindo para chegar à frente, para se tornar especiais.

Sua questão surgiu devido a esse ensinamento errado, esse ensinamento profundamente desumano. Você é uma vítima de um mundo iníquo, de uma civilização iníqua, de um sistema educacional iníquo.

Você pergunta: "Por que é tão difícil aceitar que se é um fracasso?" Porque fere o ego; de outra forma não haveria problema. Você se sente desnecessariamente preocupado porque não aceita ser um fracasso. Você diz: "Eu preferiria sacrificar o meu bem-estar a admitir que falhei". A própria ideia de ser competitivo é egoísta. É doente.

Não há nada errado em ser um fracasso. Apenas seja um fracasso total! Faça tudo o que puder fazer e, se o fracasso vier, aceite-o com dignidade.

Alguém tem de falhar, alguém tem de ganhar. Você não deve ficar muito apegado ao seu ego, que sempre tem de ganhar. De vez em quando, apenas para variar, não faz mal falhar. Pode-se aprender muito tanto pelo fracasso quanto pela vitória.

Você pode aprender o não-egocentrismo, você pode aprender a humildade, você pode aprender a aceitar o que quer que a vida traga a você. E todas essas coisas lhe trarão maturidade. Então quem se preocupa com quem é o ganhador e quem é o perdedor?

As pessoas receiam, desnecessariamente, que o mundo inteiro esteja observando. Ninguém tem tempo. Todo mundo está interessado em sua própria competição.

Depois de ser eleito presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan retorna à pequena cidade onde cresceu. "Suponho que todos vocês saibam da grande honra que me foi conferida", ele diz a um velho colega de escola.
"Sim", é a resposta.
"E o que todos dizem a respeito?", pergunta Reagan.
"Não dizem nada", responde o homem. "Apenas riem."

Quem se importa? As pessoas simplesmente riem de que esse idiota tenha se tornado presidente. De fato, se você é um fracasso, pode ter a simpatia de todos. Mas, se for um sucesso, não terá a simpatia de todos.

Mas deveríamos aprender a arte de jogar. Deveríamos aprender que alguém tem de ganhar e alguém tem de perder. E, se você for um homem humilde, vai preferir ser um fracasso a impedir alguém mais de ser vitorioso. Talvez você nunca tenha pensado sobre a possibilidade de desfrutar o passado porque deu chance a alguém de desfrutar a vitória. A vitória do outro depende de você; você poderia ter impedido a vitória dele.

Porém , tudo o que é necessário é uma profunda consciência para pensar e ver que essas são as únicas duas possibilidades. Lute com sua total energia e intensidade, mas não é necessário que você seja um vencedor.

E, quando o outro ganhar, regozije-se em sua vitória também. Foi um belo jogo. Não se sinta derrotado. Seu fracasso será uma derrota somente se você não tiver posto toda a energia nisso. Se você pôs, pode tornar seu fracasso mais valioso do que a própria vitória.

Você parece ser uma pessoa muito séria. Leve a vida como um jogo, desfrute cada lado dele: a derrota, a vitória, desviando-se ou encontrando o caminho correto, a escuridão da noite e a beleza do amanhecer. Desfrute ambos os lados, todas as possibilidades, e aprenda de cada experiência algo que lhe traga mais maturidade.

E aprenda a ser um pouco menos sério e a ter um pouco mais de entendimento... Tenha um pouco mais de senso de humor. Só para você, uma pequena história...

Três mulheres morreram e chegaram à porta do céu, onde tiveram um encontro com São Pedro. "Você evitou o sexo na Terra?", ele pergunta à primeira senhora.

"Evitei completamente", ela responde.
"Muito bem", diz Pedro. "Aqui está a chave dourada - ela abrirá as portas do paraíso."

Então ele se volta para a segunda mulher e pergunta: "E quanto a você?"
"Bem", ela responde, "mais ou menos."
"O.k.", diz Pedro. "Aqui está uma chave de prata - ela abrirá as portas do purgatório."

"Então ele pergunta à terceira mulher: "E quanto a você?"
"Eu? Fiz todas as coisas que você puder imaginar e também muitas coisas que você não pode imaginar!"
"Ótimo!", diz Pedro. "Aqui está a chave do meu quarto - estarei lá em um minuto."


Osho, em "Dinheiro, Trabalho, Espiritualidade"

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